domingo, 19 de agosto de 2012

Administração moderna? Acho que não

Em Pernambuco, a economia vem crescendo muito na última década, com milhares de oportunidades de bons negócios, muitos postos de trabalho e novas empresas surgindo a torto e a direito.

Até aí, tudo bem. O problema está no fato de como esses negócios estão sendo geridos. Em pleno Séc. XXI, com tantas teorias bem-sucedidas da ciência administrativa, com o acesso à informação tão amplamente facilitado, observa-se ainda células de terríveis exemplos de como gerir um negócio.

Muitas vezes, percebe-se que a falta de instrução do gestor tem relação com uma possível má qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Outras vezes, vícios de gestão (técnicas e procedimentos prejudiciais à gestão) são estimulados por "consultores"/amigos de bar/familiares, que opinam indiscriminadamente sobre o negócio sem medir as consequências.

No Polo de Confecções da região agreste do Estado, é possível encontrar fabriquetas e revendedores que trabalham de forma incrivelmente improvisada. Alguém com o mínimo de instrução na "arte"/ciência da Administração, ao observar esses casos, pergunta-se como é que negócios assim dão tanto lucro?

Independente da resposta correta, a primeira coisa que vem à mente é o fato do aquecimento do mercado ano após ano, garantindo uma demanda aceitável e confortável aos gestores. Mas e quando o mercado mudar e a demanda diminuir? Bem, aí a boa gestão se fará visivelmente necessária.

Alguns órgãos, entidades e grupos estão preocupados com o desenvolvimento do setor e procuram estimular a qualificação dos gestores e colaboradores. Uma luta gigantesca, mas que poderá ser decisiva para o setor.

Esperemos então o desenrolar dos fatos para vermos o quão modernos serão os gestores.

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